Violência, desrespeito, implicância, rivalidades ou bullying? Por que precisamos utilizar nomenclaturas novas e estrangeiras para o que sempre existiu? Há espaço para agressividade num ambiente de diálogo, de acompanhamento e apoio aos anseios da infância? Como lidar com as violências sutis entre jovens no contexto escolar e na convivência no grupo de pares?

Maria Corrêa de Oliveira é formada em Serviço Social pela UFRJ e em Psicologia pela Universidade Santa Úrsula. Mestre em Psicologia Clínica pela PUC RJ e Especialização em Psicooncologia na Sociedade Brasileira de Psicooncologia. Pertenceu ao Colégio Freudiano do Rio de Janeiro onde realizou sua formação analítica. Atuou na área de psicologia escolar de 1992 a 1999 e participou do projeto Encontro Marcado, fruto da parceria da Ong Spectaculu com o Instituto Desiderata, no qual realizou o trabalho psicanalítico de escuta, intervenção, acolhimento e orientação aos jovens e seus familiares durante o período de 2004 a 2007.

Mariana Fiore é psicóloga formada pela Universidade Federal Fluminense e mestranda do Programa de Pós Graduação em Psicologia Social da UFRJ. É professora de Ensino Fundamental, orientadora educacional dos 6º e 7º ano do Ensino Fundamental da Escola Sá Pereira e Psicóloga Clínica.

Suzana Libardi é psicóloga formada pela Univ. Fed. de Pernambuco (UFPE) e mestre em Psicologia pela Univ.Fed. do Rio de Janeiro (UFRJ). Faz parte do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa para Infância e Juventude Contemporâneas (NIPIAC), da UFRJ.