Romero Gomes e Chuck Hipolitho

Adão e Eva se entenderam por sinais, e as coisas desse mundo nunca mais foram iguais
E nas florestas, manguezais e pantanais, a interação dos bichos tem lá seus próprios canais
E o golfinho comunica em ultra som, que esse mar tão poluído não está ficando bom.
E o golfinho comunica em ultra som, que esse mar tão poluído não está ficando bom

Tambores conversando com o agogô, e a fumaça lá no céu, é dos índios sim senhor
Barulhos e posturas corporais, internet ou celular, um carinho, um olhar, expressão nunca é demais
Quero cantar, quero ouvir e escutar, construir o meu pensar e fugir dessa pasmaceira
E pra sambar, não precisa eira nem beira, a beleza da linguagem pega lá na Sá Pereira
E pra sambar, não precisa eira nem beira, a beleza da linguagem pega lá na Sá Pereira

Caravelas, e a circunavegação, trouxe coisas do oriente, misturou gente com gente, fez a miscigenação
E a humanidade, de foguete ou de avião, patinete ou condução, tem que se comunicar
E quando é que essa coisa vai ter fim? Tira esse chip de mim eu não vou me robotizar
Quero sambar, transmitir as emoções, sem censura ou restrições a palavra está no ar
E pra sambar, não precisa eira nem beira, a beleza da linguagem pega lá na Sá Pereira
E pra sambar, não precisa eira nem beira, a beleza da linguagem pega lá na Sá Pereira Gente com Gente