Abril de 2013

A Proposta

Ano de Transformações … Nada como abrir o nosso Informe Literário juntinho com o Projeto! Iniciamos o nosso ano com a Leitura do livro “Sapomorfose”, de Cora Rónai, que traz a inusitada e divertida história de um sapo que, ao ser transformado por uma bruxa em príncipe, não se adapta à vida no palácio e vive infeliz da vida …
A partir dessa leitura, os alunos foram convidados a escrever a sua própria história de transformação.
E se a bruxa do Sapomorfose sobrevoasse a nossa escola e escolhesse você como alvo … Em que ela te transformaria?

De Garoto para Abelha

Gabriel Vila Maior Teixeira

Em um dia normal, eu estava indo para a escola quando ouvi uma espécie de bruxaria:
– Bode, cabeça, ferroada! ( Sem tradução: Haden, machcabrus, bacactum!)
Era a bruxa do Sapomorfose…Depois disso, ela soltou um líquido estranho que fez uma fumaça enorme e quando ela passou eu estava mais próximo do chão…E quando me dei conta…Eu era uma abelha!
Assim, fiquei super assustado e não sabia voar. Então, eu estava preso ao chão sem ter como me locomover com velocidade. Aí veio outra abelha e disse, obviamente, na língua das abelhas:
– O que você está fazendo aí? Vem logo para a colmeia!
– Eu não sei voar! – Respondi na língua de abelha.
-É só movimentar as suas asas! Mas pensando bem… Nenhuma abelha sai da colmeia sem saber voar. Você também foi transformado pela bruxa?
– Sim.
– Vem, cara, eu te ajudo a voar.
A abelha me ensinou a voar e nós fomos para a colmeia mais próxima que ficava a dois quarteirões da escola.
Na colmeia, as abelhas planejavam mudar a sua casa de lugar, pois a moradora do prédio da frente não queria mesmo as abelhas e já estava quase chamando o exterminador. Como toda abelha, eu também tinha que pegar o pólen para fazer o mel. Quando o meu grupo saiu da colmeia, eu não fazia a menor ideia de como coletar o pólen. Então, simplesmente, fui passear. Acho que acabei indo longe demais porque olhei para a rua em que eu estava e era bem longe da colmeia.
Fui tentar entrar em um ônibus, mas eu teria grandes chances de ser esmagado, então acabei indo para outra colmeia, uma mais perto. E por acaso, a bruxa estava lá…
Planejei junto com as outras abelhas um ataque à bruxa – um enxame de abelhas! O ataque foi tão brutal que a bruxa desmaiou.
Então, vi no chão um pote com os escritos: “Poção de reversão”. Pensei que se mergulhasse naquilo poderia voltar a ser um garoto, mas eu virei … um babuíno! Na verdade, a poção era de distorção e não de reversão.
E eu fui achado por um funcionário do zoológico que acabou me levando para lá.

Um Dia de Formiga

Miguel Herzog

Em um dia como outro qualquer, eu estava a caminho da escola quando fui surpreendido pela bruxa do Sapomorfose…
Fiquei com medo, mal conseguia me mexer. Ela disse algumas palavras mágicas e, nesse momento, virei uma … FORMIGA!
Entrei na escola. Tentei chamar alguém para me ajudar, mas minha voz não saía. Então, pensei: ” Depois eu resolvo isso, vou viver esse dia como outro qualquer.”
Entrei na sala. Lá, a professora explicava uma tarefa de Matemática. Ela distribuiu uma ficha. Por sorte, ela pediu para botar as fichas que sobraram na mesa onde eu estava, pois ela pensava que não havia ninguém ali.
Dei uma olhada na ficha e tentei pegar o meu lápis, mas ele era muito pesado para mim. Não sabia o que fazer até que olhei outras formigas comendo restos de bolo que tínhamos comido na terça e resolvi chamá-las. De algum jeito consegui falar com elas. Foi mais ou menos assim:
– Venham me ajudar! Por favor!
– Não!
– Vou dar outro bolo para vocês!
– O quê?!- disseram todas – Tudo bem! – e começaram a comemorar- Oba!!!
Elas vieram à minha mesa. Expliquei o que queria, mas elas hesitaram. Eu lembrei o grupo da promessa que eu fizera. Elas disseram um grande:
-O.K.!
Levantamos o lápis com facilidade, éramos umas setenta ou oitenta formigas. A parte difícil foi escrever, então, servi como guia. Andava pelo papel e elas seguiam o meu caminho. Fizemos a ficha toda assim.
Quando o sino bateu e todos foram para o recreio, levamos o trabalho para a mesa da professora. Passei o dia como formiga.
Chegou a hora de voltar para casa. Me despedi da minha nova “turma” e fui para o caminho de casa.
Foi horrível! Muita gente quase pisou em mim. Sem falar que demorou uma hora e, geralmente, são dez minutos! Quando cheguei, passei pela abertura da porta, deitei na mesa do meu computador.
Dormi mal, estava pensando se iria ficar assim para sempre….
De manhã, acordei ainda exausto e quase não notei que…
Bem… EU HAVIA VOLTADO AO NORMAL!
Depois daquela experiência nunca mais matei uma formiga. E cumpri a minha promessa – dei um bolo de chocolate gigante para as minhas “amiguinhas”.
Pode ser que a bruxa só tenha me enfeitiçado temporariamente para me ensinar que formigas têm tanto direito de viver quanto eu, ou só porque ela era má mesmo. Isso eu nunca saberei…

Mosca Por um Dia

Julia Moreira Aguiar Brito

Em um dia como outro qualquer, eu estava a caminho da escola quando fui surpreendida pela bruxa do Sapomorfose. Logo a reconheci, porque NENHUMA bruxa tem o nariz maior do que o dela! Tentei fugir, mas antes que eu pudesse fazer alguma coisa ela gritou:
– Ziriguidum! Zirigudão! Transforme essa coisa tosca numa mosca!
De repente, minhas mãos começaram a ficar gosmentas, eu comecei a encolher e minha visão ficou triplicada!!!! Mas isso não foi o pior! Quando olhei para cima me deparei com um pé ENORME vindo em minha direção!! E sem perceber ”minhas asas” começaram a bater. Fui subindo cada vez mais alto e, acredite se quiser, voar não é tão fácil como você imagina, ainda mais com a minha nova visão triplicada.
Mas, também não foi fácil passar pelo Zé da portaria. Eu só conseguia ver suas mãos vindo na minha direção! A sorte foi que a Vivi da secretaria interrompeu esse movimento do Zé, senão … Uhg! Não quero nem pensar!!!
Na sala de aula foi HORRÍVEL!!! Todo mundo correu enlouquecidamente atrás de mim! A minha sorte foi que a Carla, minha professora, entrou na sala. No que ela abriu a porta , eu meti o pé, ou melhor, a pata, e eu saí, porque eu tinha que encontrar aquela … aquela … Bruxa!!!
Até que não foi tão difícil, aliás, ela é a ÚNICA bruxa da cidade e vivia numa torre. Aquela torre era MUITO assustadora!
Quando cheguei à torre da bruxa, vi que ela estava fazendo uma poção mágica. Me aproximei e fiquei atazanando a velha. Depois de muito tempo, ela se lembrou de que tinha transformado uma garotinha em MOSCA, então, resolveu me destransformar! Eu nem agradeci, fui direto para casa.
Quando cheguei em casa, fui logo pedindo para a minha mãe preparar o jantar.
– Filha, o jantar está na mesa! – Gritou mamãe.
Durante o jantar havia uma mosquinha rodeando a mesa. Meu irmão queria matá-la, mas não deixei, pois depois dessa aventura, nunca se sabe…
P.S. – Não esmague as moscas!

Pudinmorfose

Clara Filgueiras Nery Atem

Em um dia como outro qualquer, eu estava indo para a escola quando vi uma bruxa voando sobre mim! Eu ia correr, mas fui impedida por um fumação cinza e quando pisquei o olho … Percebi que tinha virado um PUDIM! Com rosto, brações e pernas!!! Isso foi estranhamente estranho!!! Eu corri imediatamente para a escola, passei por entre as pernas do Zé e fui direto para a sala de aula. Todos começaram a gritar e correr e eu dizia:
– Sou eu! A Clara!!
E ninguém me escutava! Tentei de novo:
– Sou eu, gente! A Clara! Não se desesperem!
Aí, eles pararam e me olharam. Eu expliquei a história toda e, claro, eles ficaram de queixo caído e disseram que iriam me ajudar, pois eu tinha ficado muito menor do que o normal.
Depois de um tempo…
A professora também não tinha acreditado na história. Agora, a melhor parte da história foi a seguinte:um garoto chegou atrasado e quando me viu gritou:
– Pudim!!!!
Ele correu para me devorar. Eu saltei da cadeira, passei correndo entre as pernas dele, desci as escadas correndo, atravessei o pátio e saí da escola!
Fui para o Largo dos Leões e encontrei com o meu amigo Passarinho. Contei a história e ele me disse que já tinha lido num livro de magia que tem uma poção para reverter o meu feitiço. Os ingredientes são: uma pena de passarinho, cabelo ruivo, um lápis cor rosa choque e guaraná.
O Passarinho me deu uma pena sua, depois, por sorte, eu encontrei quinze reais no chão e fui na Papel aos Pedaços e comprei um lápis rosa choque e também achei um pouco de cabelo ruivo no chão. Peguei uma panela, uma colher de pau e um pouco de guaraná , mexi e depois, joguei em cima de mim e adivinhem…
FUNCIONOU!!!
Depois, corri para a escola e voltou tudo ao normal!!

Transformação: Piolho

Marina Terry

Em um dia como outro , eu estava a caminho da escola quando fui surpreendida pela bruxa do Sapomorfose. A bruxa, entediada como sempre, jogou um feitiço em mim e me fez encolher e ficar preta. Olhei para cima e vi a Tereza, minha amiga, trezentas vezes maior do que ela era no dia anterior. Um minuto depois, eu vi a bruxa voltar e a ouvi , irritada, sussurrar:
– Blerg! Eu fiz a porcaria da porcaria do feitiço errado! Essa porcaria de gente virou uma porcaria de formiga e era para ter virado uma porcaria de piolho! Ai, que porcaria!!!
Ela, então, apontou o dedo indicador em minha direção e exclamou:
– Zumbazumbararolho! Faça essa pessoa virar um piolho!!!!!
Naquele exato momento, eu encolhi mais ainda e um pezão quase passou em cima de mim, mas … Eu desviei!
Era meio dia e quinze e a turma da manhã estava saindo pelo portão. Uma menina de cabelo grandão estava lá. Eu não aguentei e pulei no cabelo dela! Ela começou a se coçar e o Zé a chamou no microfone, pois sua mãe tinha chegado. A mãe da menina era protetora e logo me encontrou e me catou na cabeça dela. Mas ela me espremeu com pouca força e me deu um peteleco. Eu fui parar no meio do pátio, então eu me controlei e fui para a sala de aula.
Eu sentei do lado da Julia, mas ela nem me notou. Chegou a Lia e sentou bem em cima de mim. Eu saí quase morta e sentei no chão. De repente, a bruxa arrebentou o teto da sala e caiu, resmungando:
– RRRRRRR!!!! Pegaram a minha vassoura enquanto eu estava voando!!! Passarinhos malditos!!!
Para minha sorte, o feitiço para eu voltar a ser uma pessoa era justamente ser esmagada pelo bumbum da bruxa e como ela tinha caído em cima de mim, eu comecei a crescer, a crescer…E logo eu estava ,normalmente, sentada no meio da sala!

Vida de Boneca

Tereza Dutra Reis de Moura Novaes

Em um dia como outro qualquer, estava indo para a escola quando uma bruxa apareceu.Uns garotos jogaram pedra nela e depois saíram correndo. Ela olhou para mim com raiva, disse palavras estranhas e eu comecei a ir para baixo. E pensei comigo mesma:” Por que essa árvore está maior?” E eu ouvi uma voz familiar gritando: “ Nãoooooo!!! “ E para minha desgraça, a voz era minha.
Quando me dei conta, tinha virado uma boneca. Com cabelos de lã, olhos de botão e um vestidinho ridículo. De repente, uma mão me agarrou:
– Que boneca linda! – Exclamou a menina de maria chiquinhas tortas.
Ela olhou para os lados e me tacou na sua mochila, literalmente. Eu fiquei umas duas horas lá até o sinal do recreio tocar e ela me tirar daquele forno de mochila.
No recreio, ela e suas amigas diabinhas me fizeram de gato e sapato. Colocaram batom, sombra, me jogaram no chão e me fizeram de cabo de guerra. Eu fiquei traumatizada com elas, então, pulei de suas mãos e corri até o portão e saí.
Para minha alegria a bruxa estava por ali e me confundiu com um sapo e, lembrando do que fez com outro sapo, me transformou em mim mesma.
Feliz, saí correndo e me lembrando da minha vida de boneca, ri.

O Dia em que me Transformei

Vicente Bronstein Barone

Em um dia como outro qualquer, eu estava indo para a escola e vi três velhas sentadas no tronco de uma árvore morta. Elas tinham uma cesta lotada de linhas e uma tesoura brilhante feito diamante.
Cada vez que elas cortavam uma linha, eu escutava gritos amedrontadores soando pela rua. Foi aí que percebi que as três velhas eram as bruxas da linha
da morte. Então, para salvar a alegria de muitas pessoas, eu chutei a cesta de linhas e empurrei as três bruxas do arbusto atrãs do tronco onde estavam sentadas, peguei a cesta de linhas e meti o pé!
Antes que eu escapasse, uma delas levantou e lançou um raio em mim. Olhei para baixo e vi que estava menor, mais magro e mais leve …
Levou um tempo, mas percebi que havia me transformado em um … bolinho de arroz! Fiquei apavorado com a voz mais fina do que um grito de esquilo!
Então, dei uma espiada nas bruxas e vi que já estavam indo para casa e fui atrás delas. Na reta da casa delas, vi um mendigo sentado. Tentei passar correndo, mas ele me viu. Desviei da mão dele o máximo possível, mas fiquei
cansado e ele acabou me pegando. Ele disse todo feliz:
– QUE SORTE!!! UM BOLINHO SÓ PARA MIM!!
E me enfiou goela abaixo.
E aquele bolinho de arroz (ou seja, eu) … Nunca mais foi visto!

Um Dia Como Outro Qualquer

Lia Buarque de Holanda Baltar

Em um dia como outro qualquer, eu estava a caminho da escola quando fui surpreendida por um raio super estranho que atingiu o meu corpo. Fiquei meio tonta, mas depois, quando a tontura passou, comecei a perceber que tudo havia ficado maior! Ou será que eu é que tinha ficado pequena?
Sem dar muita bola para isso, fui correndo até o portão da escola aonde estavam minhas amigas e Zé, o porteiro. Eu fiquei super assustada quando algumas pessoas foram chegando perto de mim com uma cara que parecia
dizer “Que fofo!” e, automaticamente, eu soltei um miado pavoroso. “ Eu estou ficando maluca!”- pensei. E saí correndo para um beco escuro.
“ Eu virei um gato!”- disse andando de um lado para outro. “ O que faço agora?!”
De repente uma sombra escura e misteriosa saiu do fundo do beco e, antes que eu pudesse sair correndo, percebi que era um gato.
– Pelo menos não é uma barata!- disse ele que, a propósito, se parecia muito comigo. Tinha a pele clara e os olhos verdes, só a personalidade que era um
pouco chata.
– Aposto que foi também uma bruxa que te enfeitiçou- continuou Carlos, o gato que já tinha falado tudo sobre ele para mim – Essas daí não perdoam nem sapo!
– Não me importo se essa tal bruxa perdoa sapo, barata ou qualquer coisas dessas!- exclamei já entediada com a conversa daquele bichano.- Só sei que quero voltar para casa!
Então lá fomos nós por aí em busca daquela tal bruxa que não perdoava nem sapo nem barata. Carlos disse que sabia onde aquela bruxa muito idiota que tinha me feito perder aula morava, mas nós teríamos que andar bastante.
Passamos por várias ruas conhecidas e desconhecidas debaixo de um sol escaldante até chegarmos em um parque. Carlos parou e eu perguntei:
– Por que diabos uma bruxa moraria em um lugar lindo desses?
– O foco não é o parque, e sim o que está ao lado dele.
De um lindo parque com borboletas coloridas, grama verdinha e flores de todos os tipo, minha visão foi em direção a um cemitério horripilante, cheio de poeira e teias de aranha. Nós entramos e eu avistei uma pequena casinha de madeira velha e suja.
– Por aqui!- disse Carlos.
Então, ao chegarmos perto da casa, uma velha com cabelos brancos e verruga na ponta do seu enorme nariz saiu e resmungou:
– De novo está faltando unha de dragão!!!- E saiu pelo cemitério.
Nesse meio tempo eu e Carlos já estávamos no parapeito da janela da casa da bruxa e, do lado de fora, dava para ver todo o lugar por dentro. A casa não era muito grande. Nela cabiam um caldeirão tamanho família e,pelo menos, uns 1730 tipos diferentes de ingredientes mágicos.
– Aquela velha burra deixa sempre a janela aberta! – comentou Carlos.
Então nós entramos. Fiquei parada observando Carlos remexer em todos aqueles ingredientes estranhos.
– Asa de morcego, pata de lagarto, um dente podre e …- escutei-o murmurar.
De repente, ele chegou perto de mim e arrancou um fio do meu pelo. Misturou todos os ingredientes no caldeirão e, num piscar de olhos, eu me vi no meio da rua perto da escola.
Tudo estava normal de novo, mas o que mais me surpreendeu foi que estava novamente de manhã, no mesmo horário em que eu havia sido transformada …
Teria sido tudo aquilo um sonho? Quem era aquele gato
estranho que me ajudou? Como ele conhecia a casa da bruxa? E todos aqueles feitiços e bruxarias? Essas eram perguntas que não saíam da minha cabeça, mas de qualquer forma, aquela tinha sido uma aventura e tanto!

O Dia em que Virei uma Tartaruga

Henrique Correa Vidal 

Em um dia como outro qualquer, eu estava a caminho da escola, quando fui surpreendido pela bruxa do Sapomorfose e virei uma tartaruga! Mas eu não vi
direito quem tinha feito aquilo até que ouvi um risinho vindo do ceu. Eu fiquei espantado e tentei correr. Mas como eu era uma tartaruga, estava correndo a menos de um quilômetro por hora …
Faltavam dez minutos para começar a aula e ainda duas ruas para eu chegar …
De repente, apareceu a minha irmã passando ao me lado, aí eu não perdi a minha chance, eu fui até ela e disse:
– Diana, sou eu, o Henrique.
Ela olhou para os dois lados e não me viu. Então, eu disse de novo:
– Aqui embaixo…- Ela olhou e, desta vez, me viu.
Ela tomou um susto tão grande que deu um pulo! E logo disse, confusa:
– Eu estou falando com uma tartaruga que está falando que é o meu irmão?!
Eu expliquei toda a história. Nesse momento, já tinha começado a aula há uma meia hora.
Eu a a Diana decidimos que nós tínhamos que pegar a varinha da bruxa e fazer o mesmo feitiço que ela fez para que eu virasse a tartaruga, para me transformar em garoto de novo.
A bruxa ainda estava à vista, mas o problema é que eu era muito, mas muito devagar. Então, a Diana me carregou em direção à bruxa. A bruxa começou a
andar / voar mais devagar até que caiu no chão e a gente aproveitou: foi até ela correndo e conseguiu pegar a varinha dela. Diana fez o feitiço…E eu virei uma
abelha! Então ela tentou de novo. E só nesse momento que eu consegui virar uma pessoa. Aí eu fiz um feitiço em direção à bruxa e ela se transformou em
uma joaninha! Ela achou aquilo muito estranho porque sempre foi uma bruxa horrorosa e agora era uma joaninha …
Então, eu não resisti … Peguei ela e a esmaguei! E nunca mais ninguém ouviu falar dela.